Segunda-feira, Julho 23, 2007

Acreditar

Hoje quero acreditar que posso voltar a sonhar.

Finalmente a aprovação para voltar a tentar.

Infelizmente, sempre com os pés na terra, sei que tudo pode acontecer.

O risco é grande. Mas tenho de o correr.

Ou tudo, ou nada.

Hoje começou uma nova etapa.

Uma nova luta.

Não me livro dos médicos, nem dos exames...mas esta já é outra fase.

Durante este 3 meses, senti-me definhar.

Esta espera, este vazio, este silêncio, esta dor.

Ficou o vazio e a dor.

Mas agora tenho um novo objectivo.

Acreditar.

 

Escrito por cat em 17:46:28 | Link permanente | Comments (1) |

Terça-feira, Julho 17, 2007

3 meses depois (16/4/2007)

Um dia demasiado doloroso...

As lágrimas fizeram-me companhia.

Que solidão no meio desta multidão.

Que incompreensão e falta de sensibilidade que me corta a alma.

 

Escrito por cat em 10:28:11 | Link permanente | Comments (0) |

Segunda-feira, Julho 09, 2007

A saga continua...

Mais consultas, mais medicamentos, mais exames, mais marcações de novas consultas...

Quando é que isto termina...??

Escrito por cat em 19:47:40 | Link permanente | Comments (1) |

Sexta-feira, Julho 06, 2007

Contigo

Escrito por cat em 20:09:29 | Link permanente | Comments (0) |

Sim, se pudesse voltar atras e escolher outra vez...escolhia-te a ti!

Não, não alteraria nada, preferia voltar a passar por tudo....contigo.

Desde que estejas comigo.

Juntos, voltaremos a lutar, a recuperar as forças e a enfrentar o futuro.

O que quer que ele nos reserve.

Escrito por cat em 20:08:54 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira, Julho 03, 2007

A montanha pariu um rato

Escrito por cat em 19:09:40 | Link permanente | Comments (0) |

Domingo, Julho 01, 2007

O dia a dia

Os dias passam...devagar.

O vazio cá dentro permanece.

Ainda não consigo passar um dia sem chorar...

É uma dor muda. Não emite sons. Não sai cá para fora.

Devora-me por dentro.

Levanto-me todas as manhãs.

Respiro. Caminho. Trabalho.

Participo em dialogos. Não ouço.

Não registo. Nada me interessa.

É tudo tão oco. Tão futil.

Faço um esforço enorme. Tento não demonstrar.

À noite, em casa, despida de valentias...

Sinto-me bem por poder chorar.

Lidar com as emoções ao meu ritmo.

Sem pressões.

Sem imcompreensões.

Escrito por cat em 22:16:12 | Link permanente | Comments (1) |